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Blog | 23/03/2020

Covid-19: qual o impacto nas vendas no e-commerce e varejo?

As vendas no e-commerce e varejo vão sentir as consequências

É inegável o impacto que o isolamento do Coronavírus Covid-19 está causando em todo mundo. Considerado uma pandemia, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), o vírus é extremamente contagioso, e vem contaminando países mundo a fora. Extremamente perigoso para grupos de riscos, como: idosos, grávidas e pessoas com doenças preexistentes, o Covid-19 promete prejudicar não só a saúde da população, mas como a economia de diversos continentes, incluindo no setor de e-commerce e varejo.

Covid-19: qual será o impacto nas vendas no e-commerce e varejo?

E QUAL É O REAL IMPACTO DO CORONAVÍRUS COVID-19 PARA O COMÉRCIO, E-COMMERCE E VAREJO?

Segundo pesquisas do Google Retail AIT, o Brasil é 32º país até agora em números de casos, o dado é alarmante e vem desanimando e prejudicando muitas vendas, principalmente nas lojas físicas. 

Devido as corretas recomendações de segurança globais, houve uma queda brusca no fluxo de pessoas dentro das lojas. Varejistas importantes como Nike, Renner e Apple, fecham suas portas para reduzir os riscos entre funcionários e clientes.

Outras empresas, passam a operar no modelo home office e as demandas por novos formatos de entrega, sem contato pessoal, ganham destaque.

E O QUE ESPERAR DAS VENDAS NO E-COMMERCE E NO VAREJO PARA OS PRÓXIMOS MESES?

No mês de fevereiro, de acordo com a pesquisa da Compre & Confie, foram realizados mais de 10 milhões de pedidos no varejo online, o que resultou em uma queda de 7,7% no mês de fevereiro em relação a janeiro. Isso é resultado da influência que a pandemia transmite nas pessoas, que passam a consumir de forma mais contida e evitando possíveis itens dispensáveis.

E foi só recentemente que os estudos da plataforma Quantum Metric, revelaram que as medidas adotadas por todo o mundo para conter a pandemia, devem ter um reflexo positivo, se assim podemos dizer, no comércio online.

Covid-19: qual será o impacto nas vendas no e-commerce e varejo?

O motivo?

Com o fechamento de comércios, shoppings, bares, restaurantes e o total isolamento social de grande parte da população, tendem a incentivar os consumidores a partirem para a loja online. A Quantum Metrics se baseou no aumento de visitas a sites norte-americanos nos dois primeiros meses do ano, que chegaram à marca de 5 bilhões de acessos.

Em comparação as lojas físicas, o e-commerce ganha vantagem pela segurança da compra online, a oportunidade de pesquisar preços, opções de lojas e produtos, além de na maioria dos casos apresentar um preço melhor do que a loja física, que muitas vezes conta com valor agregado de aluguel, vendedores, gerentes, estoque, entre outros itens, que também existem nas lojas online, mas em menor escala.

ÁLCOOL EM GEL: O REI DO MOMENTO, MAS ATÉ QUANDO?

Se alguns produtos viram suas buscas diminuírem, não foi o caso álcool em gel, a venda do produto cresceu 165% no mês. Outros itens ligados à saúde, como nebulizadores e inaladores, também aumentaram. O brasileiro está cada vez mais preocupado com a saúde e a higiene, e com razão. O que não aconteceu com a categoria de moda e acessórios, que sempre apresentou números otimistas, sofreu queda de 10,9% no período.

Dados que comprovam o que falamos acima, muitos produtos considerados supérfluos, perdem seu destaque para os produtos básicos de saúde e alimentação.

Covid-19: qual será o impacto nas vendas no e-commerce e varejo?

QUARENTENA NO ESTADO DE SÃO PAULO

Recentemente, o Governador de São Paulo, João Doria, decretou quarentena para todo o Estado até o dia 7 de abril. A medida restringe o funcionamento de todos os comércios físicos, podendo funcionar apenas serviços essenciais da área de saúde e segurança.

ATUALIZAÇÕES

Após a criação desse artigo, muitos dados alteraram e novos apareceram, confira alguns:

  • Segundo o site FAZCOMEX, a Bolsa de Valores de Xangai, reaberta após duas semanas de recesso, tem queda de 7%, o patamar mais baixo em quatro anos. Os economistas da China alertam que isso afetará o mercado internacional.

  • A bolsa de valores do Brasil apresentou queda na segunda-feira 27/03, o Ibovespa encerrou o dia em desvalorização de 3,29%, a 114.481 pontos essa foi a maior queda dos últimos meses.

  • O E-commerce Brasil também informou que os marketplaces sentiram os efeitos do coronavírus. A Amazon dos EUA anunciou que, infelizmente, demitirá mais de 3 mil motoristas de entregas até abril. A Alibaba havia anunciado, ainda em fevereiro, que os resultados do primeiro trimestre de 2020 seriam afetados pelo surto de coronavírus, isso ocorre, principalmente, devido à desaceleração da produção em fábricas na China e a queda na demanda.

  • Mas, por outro lado, alguns setores do e-commerce, como é o caso das farmácias online, mercados e outros itens essenciais, estão batendo recordes de venda de alguns produtos.

  • Segundo a Nielsen Retail, as cidades com mais casos descobertos nos EUA, sofreram queda no número de visitantes as lojas físicas. Em compensação, o e-commerce sofreu um acréscimo de 25% nestas localizações e o Carrefour teve um aumento de 600% nos pedidos online de supermercado.

ESTAMOS JUNTOS NA LUTA CONTRA O COVID-19!

A Agência FG também adotou o home office integral para toda equipe, o objetivo é um só: diminuir a disseminação do vírus.  Além disso, contamos com o apoio de todos para a correta prevenção para evitar sobrecarga nosso sistema de saúde. Continuamos com força total para atender e assessorar nossos clientes na melhor estratégia para esse momento.

Se você precisa de uma consultoria de crises para ajudar o seu e-commerce a não ser engolido pelos problemas atuais, entre em contato e fale com um de nossos especialistas 😉

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